Paralisação começou na sexta. Grupo de soldados e oficiais invadiu a Assembleia Legislativa do Estado e segue acampado
Entenda o caso: Policiais militares do Maranhão invadem Assembleia Legislativa
Paralisação irregular: Justiça decide que greve de policiais no Maranhão é ilegal
A greve foi considerada ilegal pela Justiça, após decisão do desembargador Stélio Muniz. Os grevistas, que invadem desde o início da paralisação a Assembleia Legislativa do Maranhão, já foram notificados, mas não pretendem deixar o prédio. Eles querem abrir negociação com a governadora do Maranhão, Roseana Sarney (PMDB). Mas, conforme Mendes, a governadora não conversará com os manifestantes enquanto eles mantiverem a invasão da Assembleia.Desde quarta-feira, parte do policiamento do Maranhão está a cargo de homens da Força Nacional. Nesta sexta-feira, além de 950 homens do Exército do Maranhão, haverá o reforço de mais 250 soltados do Piauí que trabalharão no policiamento ostensivo. A chamada “Operação Maranhão” também terá a colaboração de homens da Aeronáutica e da Marinha. Houve também reforço de homens da Força Nacional para o Estado, mas não se tem informações oficiais sobre o quantitativo da tropa. Estima-se que a tropa da Força Nacional chegue, no mínimo, com 500 homens.

Foto: Wilson Lima/iG
Policiais acampam na Assembleia Legislativa do Maranhão
O efetivo da Polícia Militar empregado no Maranhão é de 7,5 mil homens. São Luís, sozinha, responde por metade deste efetivo. Neste sábado, representantes do comando da 10ª Região Militar chegam ao Maranhão e eles devem fazer um levantamento se há necessidade de envio de novos soldados do Exército. Oficialmente, o governo do Estado fala que adesão chega a 55% na capital e até 15% no interior. Os grevistas afirmam que a adesão da greve dos policiais militares e bombeiros é de
O secretário de Segurança confirmou nesta sexta-feira que já foi efetivado o primeiro corte de ponto dos militares envolvidos na paralisação. Ao decretar a greve da PM ilegal, o desembargador Stélio Muniz também aplicou multa de R$ 200 a cada integrante da corporação que faz parte do movimento. “Já determinamos aos comandos que repassem à Secretaria de Estado de Planejamento (SEPLAN) as informações sobre as faltas para que efetuemos os descontos”, diz ele.
Na quinta-feira (24), o comando da Polícia Militar do Maranhão ingressou com representação no Ministério Público Estadual (MPE) pedindo a prisão dos líderes do movimento. O pedido de prisão será analisado pela promotora de Justiça Militar do Maranhão, Maria do Socorro Assunção Gomes. A expectativa é que o pedido seja feito ainda nesta sexta-feira ou no início da semana que vem.
Fonte: Ultimo Segundo
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